Anarquista Espanhola (CNT) Luta na Guerra Civil

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Anarquista Espanhola (CNT) luta na Guerra Civil

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“Raízes do Brasil”

“No trabalho não buscamos senão a própria satisfação, ele tem o seu fim em nós mesmos e não na obra: um finis operantis, não um finis operis. As atividades profissionais são, aqui, meros acidentes na vida dos indivíduos, ao oposto do que sucede entre outros povos, onde as próprias palavras que indicam semelhantes atividades podem adquirir acento quase religioso.
(…): … ‘ninguém aqui procura seguir o curso natural da carreira iniciada, mas cada qual almeja alcançar aos saltos os altos postos e cargos rendosos: e não raro o conseguem’.”
Sérgio Buarque de Holanda. “Raízes do Brasil”. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 1978, pg.114 e 115.

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Sérgio Buarque de Holanda.

“Atraindo periodicamente para o sertão distante parte considerável da população masculina da capitania, o bandeirismo terá sido uma das causas indiretas do sistema matriarcal a que ficavam muitas vezes sujeitas as crianças antes da idade da doutrina e mesmo depois. Na rigorosa reclusão caseira, entre mulheres e serviçais, uns e outros igualmente ignorantes do idioma adventício, era o da terra que teria de constituir para elas o meio natural e mais ordinário de comunicação.”
Sérgio Buarque de Holanda. “Raízes do Brasil”. Rio de Janeiro: Jose Olympio, 1978, pg.89.

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stachka

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Veda VIII.

Nós bebemos Soma: tornamo-nos imortais.
Fomos para a luz; encontramos os deuses.
O que pode a hostilidade fazer conosco agora?
E o que pode a malícia, ó Imortal, do homem mortal?

Ó gloriosas, gotas redentoras!
Que me fundiram às minhas juntas, como as amarras de uma carruagem.
Que essas gotas me protejam de quebrar uma perna,
E me livrem das doenças.

Como o fogo aceso pela fricção, inflama-me!
Ilumina-nos! Torna-nos ricos:
Pois a embriaguez que tu proporcionais, ó Soma,
Sinto-me rico. Ao penetrar em nós, agora, torna-nos de fato ricos.

Veda VIII.

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Marilena Chauí.

“O primeiro momento da destruição (da universidade), ainda sob a ditadura, deu-se com a imposição da ‘universidade funcional’, oferecida às classes médias para compensá-las pelo apoio à ditadura, oferecendo-lhes a esperança de rápida ascensão social por meio dos diplomas universitários. Foi a universidade da massificação e do adestramento rápido de quadros para o mercado das empresas privadas instaladas com o ‘milagre econômico’. A partir dos anos de 1990, sob os efeitos do neoliberalismo, deu-se a nova fase destrutiva com a implantação da ‘universidade operacional’, isto é, o desaparecimento da universidade como instituição social destinada à formação e à pesquisa, surgindo em seu lugar uma organização social duplamente privatizada: de um lado, porque a serviço das empresas privadas é guiada pela lógica do mercado; de outro, porque seu modelo é a empresa privada, levando-a a viver uma vida puramente endógena , voltada para si mesma como aparelho burocrático de gestão, fragmentada internamente e fragmentando a docência e a pesquisa. Essa universidade introduziu a idéia fantasmagórica de ‘produtividade acadêmica’, avaliada segundo critérios quantitativos e das necessidades do mercado. Essa imagem da produção universitária tem sido uma das causas de sua degradação interna e de sua desmoralização externa, pois é uma universidade que despreza o pensamento e o ensino.”
Marilena Chauí. “A Filosofia como vocação para a liberdade”. in Estudos Avançados . São Paulo: IEA, 17(49): 12, 2003.

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a Federação Comunista Anarquista Coreana

a Federação Comunista Anarquista Coreana

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