Texto livre

Penápolis, 4 de agosto de 2008

A inovação ideológica dos manifestos surreais da realidade tem sido um contraponto à intelectualidade tresloucada por um verso lírico que roga por uma oração cristão, evocando um Pai Nosso.
Não é possível reconhecer os inimigos da fé, que não acreditam no real trabalho destinado a salvaguardar a emancipação dos indivíduos de suas neuroses, submissões, coerções internas, externas.
Não faz sentido viver sem consumir algo que me ofereça felicidade, ou ter a liberdade de rejeitar o consumo de algo. A pele quer vestir, os olhos querem ver, os ouvidos querem ouvir, mas não podem.
Esse é um mundo de controles, de submissão, onde a alegria se aprende. Onde se ri na hora marcada. Corre e não se chega a lugar nenhum. E quando se tem consciência disso tudo, vem a frustração de nada poder fazer, porque não vale a pena fazer . O tempo já ultrapassou a perspectiva do fazer.

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