Strange Fruit

“Para os jovens progressistas e modernos que iam ouvir Holiday em meio ao que o colunista Ralph de Toledano depois chamou de ‘redemoinho de fumaça de cigarro’ no Café Society, ou para os universitários que pagavam 75 centavos para ouvir de pé, no bar, ‘Strange Fruit’ deixou uma impressão indelével. ‘A música encontrava sua força e validação na sofisticada tortura da voz e na beleza canhestra de um rosto delineado com dureza pelos pequenos refletores’, Toledano escreveu depois. Era ‘lindamente executada, como um grande momento dramático no teatro’, disse o artista plástico e cartunista Al Hirshfelfd. ‘Só ver Billie Holiday já era incrível, mas essa canção em especial fazia a pessoa sentar, ouvir e pensar. ’”
David Margolick. “Strange Fruit: Billie Holiday e a biografia de uma canção”. São Paulo: Cosac Naify, 2012, pg. 58.

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