José Yamashiro.

“Entrementes, quatro fragatas dos EUA, comandadas pelo comodoro Matthew C. Perry, chegam em 1853, ao porto de Uraga, para exigir a abertura dos portos nipônicos, ao comércio e navegação internacionais. Os navios de Perry, que os japoneses batizam de navios pretos (kurobune), impressionam pelo seu poder de fogo e equipamentos e instrumentos modernos que trazem a bordo. Sob pressão da superioridade bélica americana, o Japão assina, em 1854, o Tratado de Amizade e Comércio com os Estados Unidos.”
José Yamashiro. “História dos Samurais”. São Paulo: Hamburg, 1982, pg. 211.

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Friedrich Engels

“…, a grande indústria cria hoje, de um lado uma proletarização cada vez maior das grandes massas do povo, e do outro lado uma crescente massa de produtos que não encontram saída. Superprodução e miséria das massas – cada uma delas sendo causa da outra – eis a contradição absurda em que desemboca a grande indústria que reclama imperiosamente a libertação das forças produtivas, mediante uma mudança do modo de produção.”
Friedrich Engels. “Ludwig Feuerbach e o fim da Filosofia Clássica Alemã”. in Textos de Karl Marx e Friedrich Engels . São Paulo: Alfa – Omega, vol. 1, 1977, pg. 111

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Eric Hobsbawm

“O anarquismo é ‘o sonho intransigente e louco que todos compartilhamos, mas que poucos homens, excetuando os espanhóis, alguma vez tentaram realizar, mesmo que isso significasse correr o risco da derrota total e de reduzir o movimento dos trabalhadores à impotência’.”
Eric Hobsbawm citado por Michael Löwy. “A mística da Revolução”. in Mais! , 1/4/2001, pg. 17.

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Rodolfo Garcia

“A madeira vermelha, empregada na tinturaria até a descoberta, relativamente recente, dos derivados da anilina, provinha de uma árvore espalhada pelo Oriente – na Índia, Indochina e arquipélago – a Caesalpinia Sappan, de Lineu.
Essa madeira tinha na Europa o nome de brasil , que geralmente se julga derivado de sua cor rubra, semelhante à brasa. Esse nome brasill, brasilly e ainda com outras grafias, já era conhecido na Itália no ano de 1193 e na Espanha no de 1221, como consta de vários documentos publicados…”
Rodolfo Garcia. “Ensaio sobre a História Politica e administrativa do Brasil.” Rio de Janeiro: J. Olympio, 1975, pg. 14 e 15.

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