Federico García Lorca

“Creio que a tourada é a festa mais culta que há hoje no mundo; (…) . O que seria da primavera espanhola, do nosso sangue e da nossa língua, se deixassem de soar os clarins dramáticos da tourada ?”
Federico García Lorca. “Obras Completas” . Madrid , Aguillar, 1968, pg. 1818-1819

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Perry Anderson

“O aparelho político de Stalin suprimia ativamente as práticas revolucionárias das massas dentro da Rússia e, no exterior as desencorajava e sabotava.
(…) Na base , as massas foram caladas, sua espontaneidade e autonomia pulverizadas pela casta que confiscara o poder no país; no topo do partido, os expurgos afastaram os últimos companheiros de Lênin.”
Perry Anderson. “Considerações sobre o Marxismo Ocidental” . São Paulo , brasiliense; 1989; pg. 35

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Jung

“desde tempos imemoráveis, o homem, nos mitos, sempre exprimiu a idéia da coexistência do masculino e do feminino num só corpo”
Carl Gustav Jung. “Psicologia da religião oriental “ . Petrópolis, Vozes, 1980, pg. 27

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Carl Gustav Jung

“A psique… existe, embora não sob uma forma física. É um preconceito quase ridículo a suposição de que a existência só pode ser de natureza corpórea. Na realidade, a única forma de existência de que temos conhecimento imediato é a psíquica. Poderíamos igualmente dizer que a existência física é pura dedução uma vez que só temos alguma noção da matéria através, de imagens psíquicas, transmitidas pelos sentidos.”
Carl Gustav Jung. “Psicologia da religião oriental”. Petrópolis, Vozes, 1980, pg. 8

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Jung

“ … religião designa a atitude particular de uma consciência transformada pela experiência do numinoso .”
Carl Gustav Jung . “Psicologia da religião oriental “ . Petrópolis, Vozes, 1980, pg. 4

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Jacques Lacan

“A cultura enquanto distinta da sociedade, isto não existe. A cultura é, justamente, aquilo que nos pega. Só a temos agora em nossas costas, como pulgas, porque não sabemos o que fazer com ela, senão catá-las. Quanto a mim, aconselho que vocês as guardem, porque aquilo futuca, e desperta. E despertará os sentimentos de vocês, que tendem mais a se tornarem um pouco embrutecidos sob a influência das circunstâncias ambientes, quer dizer, daquilo que os outros, que virão depois, chamarão a cultura de vocês. Isto se terá tornado cultura para eles porque há muito tempo que vocês estarão lá embaixo e, com vocês, tudo que vocês suportam de liame social . Eu o designo com o termo discurso, porque não há outro meio de designá-lo, uma vez que se percebeu que o liame social só se instaura por ancorar-se na maneira pela qual a linguagem se situa e se imprime, se situa sobre aquilo que formiga, isto é, o ser falante.”
Jacques Lacan. “O Seminário”. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, pg. 73 e 74.

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