Carta para um conservador

Alguém aí fora

Oi, tudo bom?

Talvez você não se lembre de mim, mas eu tomei a liberdade de te escrever mesmo assim, porque eu te conheço muito bem. Não apenas por te encontrar muito no dia a dia, por te assistir no noticiário, te ler nas manchetes de jornal, te escutar nos almoços de domingo. Acontece que eu te estudei muito na escola, te encontrei em muitos filmes e muitos livros que andei lendo. Meu convívio com você é quase diário.

Você é a pessoa que em 1890 defendia um tratamento humanitário para os escravos, porém achava que abolir a escravidão era um pouco longe demais. É a pessoa que em 1932 achava que os maridos deveriam conversar com suas esposas sobre os candidatos em que votariam, mas que conceder o direito ao voto a uma mulher, mesmo que apenas a casada e com rendas, já era um exagero. É a pessoa…

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