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Uma jovem vestida como a Deusa viva Kumari participa da Kumari Puja festival em Kathmandu, Nepal, em 14 de Setembro de 2016.

A young girl dressed as the Living Goddess Kumari takes part in the Kumari Puja festival in Kathmandu

A young girl dressed as the Living Goddess Kumari takes part in the Kumari Puja festival in Kathmandu, Nepal September 14, 2016. The festival is a gathering in which young girls pose as the Living Goddess Kumari and are worshipped by people in belief that their children will remain healthy. REUTERS/Navesh Chitrakar TPX IMAGES OF THE DAY – RTSNN5B

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Mário de Andrade

“A religião indo-europeia era uma religião social; a dos semitas é individualista. Um grego clássico se cobriria apenas do ridículo se imaginasse apelar para o grande Zeus na intenção de obter dele um benefício pessoal. Os deuses dos gregos só existem para servir a comunidade e o Estado.”
Mário de Andrade. “Pequena História da Música”. Martins editora, 1977, pg. 33, nota 7.

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Dostoievski

“O mundo assolado por um flagelo terrível e sem precedentes, que vindo do fundo da Ásia, cairá sobre a Europa. Todos deviam morrer, salvo um reduzido número de privilegiados. Uns seres microscópicos, triquinas de nova espécie, introduziam-se nos corpos. Mas esses eram dotados de inteligência e vontade. Os indivíduos infectados ficavam logo doidos furiosos. Todavia, coisa singular, nunca os homens se julgavam tão sábios, tão seguros da verdade, como esses desgraçados… Aldeias, cidades, povos inteiros eram atacados pela moléstia e perdiam o juízo, não se compreendendo uns aos outros.”
Fiódor Dostoievski. “Crime e Castigo”. Pongetti, 1945, pg. 452.

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FMI

“Talvez nenhuma instituição civil tenha feito tanto mal a tantos países, famílias e pessoas quanto o FMI. A política que impôs à Grécia, o FMI exigiu de muitas nações, inclusive o Brasil, desde os anos 50 do século passado. É, ainda, a receita que muitos economistas promovidos por meios de comunicação cobram hoje do governo brasileiro.”
Jânio de Freitas. “Pinga-Fogo” in Folha de S. Paulo, 9/6/2013, pg. A-14.

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Stuart Mill

“A incorporação dos segmentos populares é para ele (Stuart Mill) a única via possível para salvar a liberdade inglesa de ser presa dos interesses egoístas da próspera classe média. O voto pra Mill não é um direito natural. Antes, o voto é uma forma de poder, que deve ser estendido aos trabalhadores para que estes possam defender seus direitos e interesses no mais puro sentido que o liberalismo atribui a esta expressão.”
Elizabeth Balbachevsky in Weffort, Francisco C. (org.). “Os Clássicos da Política”. São Paulo: Ática, 1990, v. 2. Pg. 196.

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