Jacques Lacan

“… o delírio: quando o objeto tende a confundir-se com o eu ao mesmo tempo que a reabsorver-se em fantasma, quando aparece decomposto segundo um destes sentimentos que formam o espectro da irrealidade, desde os sentimentos de estranheza, do já visto, do nunca visto, passando pelos falsos reconhecimentos, as ilusões de sósia, os sentimentos de adivinhação, de participação, de influência, as instituições de significação, para acabar no crepúsculo do mundo e a esta abolição afectiva designada formalmente em alemão como perda do objeto (Objektverlust)”.

Jacques Lacan. “A Família”. Lisboa: Assírio & Alvim, 1981, pg.58.

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