AI-5

“A Castelo Branco a ditadura parecera um mal. Para Costa e Silva, fora uma conveniência. Para Médici, um fator neutro, instrumento de ação burocrática, fonte de poder e depósito de força. Não só se orgulhou de ter namorado o AI-5 desde antes de sua edição, como sempre viu nele um verdadeiro elixir: ‘Eu posso. Eu tenho o AI-5 nas mãos e, com ele, posso tudo’, disse certa vez a um de seus ministros.”
Elio Gaspari. “A ditadura Escancarada”. São Paulo, Cia das Letras, 2002, pg. 129-130

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