Dostoievsky

“…, a pobreza não é um vício, evidentemente! Sei também que a embriaguez não é uma virtude, o que é lastimável! Mas a indigência, a indigência é um vício. Na pobreza conserva-se ainda um pouco da dignidade natural dos nossos sentimentos; na indigência nada se conserva. O indigente nem sequer é expulso a cacetadas da sociedade; é a vassourada, o que é muito humilhante! E há realmente nisto razão: porque o indigente é sempre o primeiro a aviltar-se. Ai está a significação da taberna!”
Fiodor Dostoievsky. “Crime e Castigo”. Rio de Janeiro: Pongetti, 1941, pg. 14.

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