Marilena Felinto.

“Também me lembro que a única coisa que me movia para diante na escola era um certo espírito de competição, uma vontade de mostrar para mim mesma e para o mundo que eu podia tirar notas altas, superar as adversidades e os outros alunos. As provas, os exames de fim de ano, eram um desafio excitante. Naquele tempo, estudar ainda era igual a aprender na vida. Como conceber a escola sem isso? A bomba me parece melhor, portanto, do que a escola facilitada de hoje: uma instituição que só serve para perpetuar as desigualdades específicas das classes.”
Marilena Felinto. “Bomba, repetência, a escola que funcionava”. in Folha de S. Paulo , 5/12/2000, pg. C2.

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