Alfredo Bosi

“A liturgia cristã européia, na sua vertente mais moderna, protestante, afinava-se, desde o século XVI, pelo tom ascético de um calvinismo avesso a figuras e a gestos e, no limite, refratário a qualquer simbologia que não fosse o verbo descarnado das Escrituras. A relação com o transcendente aí se fazia mediante a leitura direta do texto, a nua palavra da Bíblia, só interrompida, em raros e bem marcados entretempos, pela sóbria entoação do canto sacro: nada mais”
Alfredo Bosi. “Dialética da colonização”. São Paulo, Cia das Letras, 2000, pg. 72

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