Edgar Allan Poe.

“Morrerei- disse-me -, devo morrer desta deplorável loucura. Assim, assim, e não de outra maneira, é como devo morrer. Aterram-me os acontecimentos futuros, não por si próprios, mas pelos seus resultados. Tremo ao pensar mesmo no mais trivial incidente, pelo efeito que possa ter sobre esta intolerável agitação de minha alma. Não receio, efetivamente, o perigo, exceto em seu efeito absoluto: o terror. Neste estado de excitação… nesta lamentável condição… sinto que chegará logo o momento em que deverei abandonar, ao mesmo tempo, a vida e a razão, em alguma luta com o horrendo fantasma: o medo.”
Edgar Allan Poe. “Histórias Extraordinárias”. São Paulo: Abril, 1981, pg. 13.

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